Cada seção passa a contar um universo só, tirado da fonte que o projeto guarda, e as nuvens dizem o que deixam de fora.
- CorreçãoO eixo vertical do gráfico de ondas, na visão geral, cortava o primeiro dígito dos números: a margem negativa empurrava os rótulos para fora da área desenhada. A escala volta a ser lida por inteiro.
- FuncionalidadeA lâmina do programa ganha a nuvem das palavras-chave declaradas nas suas defesas, com o clique abrindo os trabalhos daquele termo dentro do próprio programa.
- DadosOs painéis de autoria de todas as formas de produção passam a contar o universo da própria seção, e a tipologia fala uma língua só: a categoria é o conjunto de papéis que assinam a obra, e a tela diz isso.
- CorreçãoQuem assina sem papel declarado, mas com natureza de atuação preenchida, volta a contar como participante externo. São 2.202 registros no quadriênio, e sem eles os painéis de natureza, área e país da produção técnica ficavam vazios.
- FuncionalidadeO catálogo da técnica passa a usar o mesmo vocabulário de subtipo dos gráficos, e a tela declara o que ele cobre: 7.197 das 7.922 obras do recorte, porque a coleta antiga não trouxe título para todas.
- CorreçãoA coautoria passa a contar a maior ordem de autoria declarada, que é o que a nota de método sempre disse. Contar as linhas da coleta apagava autores em 405 obras do quadriênio.
- DadosNa artística, a categoria Visual sai do resumo por subtipo, onde vinha sempre em zero, e volta no detalhe, refeito da fonte: 362 obras visuais, 46 de outra natureza, 41 cênicas e 21 de música.
- DadosA produção técnica passa a ter um universo só. O recorte da plataforma, que deixa a apresentação de trabalho de fora, dá 7.922 obras; o catálogo trazia 3.061 delas e os painéis de autoria contavam 10.532. Agora tudo sai da mesma fonte.
- DadosO programa da UFC, que não é da plataforma, sai também do fomento e dos blocos por programa da produção. O fomento passa a 1.721 vínculos, refeito da sua própria lista, e o catálogo da técnica perde as 402 obras que ainda listava.
- DadosA seção de teses e dissertações passa a contar 1.568 defesas, e não 1.594: saem as 53 da UFC, que não é da plataforma, e entram as 27 do programa de Ergonomia da UFPE. Todos os painéis, o resumo de abertura e as leituras foram refeitos sobre esse conjunto.
- DadosOs mapas por UF de teses, produção técnica e fomento passam a sair da própria seção. A produção do programa da UFC, que não está na plataforma, entrava como Rio Grande do Norte, e o programa de Ergonomia da UFPE ficava fora da conta.
- DadosOs quantitativos de cursos passam a sair do catálogo, e não de uma coleta antiga que trazia dois cursos de um programa fora da plataforma com a UF trocada. O Rio Grande do Norte vinha duas vezes na densidade, o Ceará não vinha, e o total do ano-base cai de 40 para 38.
- FuncionalidadeAs nuvens de termos passam a tirar o 'design' sozinho pelo nome, no lugar do teto de frequência, e cada uma diz isso em nota. As frases compostas ficam inteiras, e no programa deixa de sumir justamente o termo que o nomeia.
- CorreçãoA leitura das palavras-chave passa a ser a mesma na nuvem e na lista que ela abre. O campo vem da coleta ora quebrado, ora numa string só separada por ponto, e o clique casava o elemento cru: o termo mais frequente do país contava 59 trabalhos na nuvem e devolvia 58 na lista.
- FuncionalidadeA aba de contato ganha o LinkedIn do proponente, ao lado do e-mail, do Lattes e do ORCID. Na mesma passagem, o aviso de que o elo abre em nova aba, que estava fixo em português nos três cartões, passa a seguir o idioma da tela.